Indicadores jurídicos: como o CS da Fácil apoia a gestão orientada a dados nos clientes

Os indicadores jurídicos permitem transformar dados em informações estratégicas para apoiar a tomada de decisão, aumentar a previsibilidade e fortalecer a gestão jurídica. Com processos estruturados, dados confiáveis e o apoio da tecnologia, é possível aumentar a eficiência operacional, reduzir riscos e gerar mais valor para o negócio.

A gestão jurídica vem passando por uma transformação importante nos últimos anos. Se antes o foco estava concentrado na operação, acompanhamento de processos, controle de prazos e demandas, hoje o jurídico assume um papel cada vez mais estratégico dentro das organizações.

Nesse novo contexto, os indicadores jurídicos deixam de ser um diferencial e passam a ser um elemento essencial para uma gestão mais eficiente, previsível e orientada a dados. Mas, na prática, o que isso significa? E como estruturar esse processo dentro das empresas?

Indicadores jurídicos: por que são tão importantes

A principal função dos indicadores jurídicos é transformar dados em informações úteis para a tomada de decisão. Sem indicadores, a gestão jurídica tende a operar com base em percepções. A equipe acredita que há muitos processos, que os acordos ficaram mais onerosos e que o passivo aumentou. No entanto, essas conclusões nem sempre refletem a realidade da operação.

Com indicadores estruturados essas percepções deixam de ser impressões e passam a se apoiar em evidências. A gestão ganha clareza sobre o volume real de processos. Além disso, identifica com precisão as áreas que mais geram passivo. Dessa forma, acompanha a evolução dos valores provisionados e realizados e passa a avaliar, de forma consistente, o nível de produtividade da equipe.

Essa mudança amplia o controle sobre os riscos, aumenta a previsibilidade dos resultados, torna a tomada de decisão mais segura e fortalece o alinhamento do jurídico com as áreas financeiras e estratégicas da empresa. Ao ganhar previsibilidade, o jurídico deixa de atuar de forma reativa e passa a antecipar cenários, estimar impactos financeiros com mais precisão e contribuir ativamente para o planejamento do negócio.

Isso permite, por exemplo, projetar variações no passivo, orientar estratégias de acordo, priorizar frentes com maior exposição e apoiar a construção de orçamentos mais realistas. Na prática, previsibilidade não é apenas uma vantagem operacional, mas um fator essencial para que o jurídico participe de decisões relevantes com mais consistência e segurança.

Quais indicadores jurídicos acompanhar?

Embora cada empresa tenha suas particularidades, alguns indicadores são amplamente utilizados e funcionam como ponto de partida para estruturar uma gestão jurídica orientada a dados.

Os indicadores operacionais ajudam a dimensionar a operação e entender onde estão concentradas as demandas. O volume de processos, os tipos de pedidos envolvidos e a distribuição por área ou tema permitem identificar padrões, mapear origens de conflito e direcionar esforços de forma mais estratégica.

Já os indicadores financeiros trazem uma leitura mais direta do impacto do jurídico no negócio. O acompanhamento dos valores provisionados, dos valores realizados, seja em pagamentos ou recuperações, e da evolução do passivo permite não apenas controlar custos, mas também antecipar cenários e apoiar decisões orçamentárias com mais precisão.

Por sua vez, os indicadores de eficiência revelam como a operação está performando. Métricas como produtividade da equipe, tempo médio de resolução de cada caso e taxa de êxito ajudam a avaliar a qualidade da atuação jurídica, identificar gargalos e promover melhorias contínuas.

Nos últimos anos, as empresas têm deixado de olhar apenas para o controle básico e avançado para uma gestão mais analítica, com foco em performance financeira, eficiência operacional e geração de valor para o negócio. O jurídico ganha mais clareza sobre sua atuação, passa a sustentar decisões com base em dados e fortalece seu papel como área estratégica dentro da organização.

O que impede o jurídico de avançar na gestão orientada a dados

Apesar da relevância, estruturar indicadores jurídicos ainda é um desafio para muitas empresas. Na prática, o problema não está na falta de dados, mas na forma como esses dados são gerados, organizados e utilizados ao longo da operação.

Um dos principais entraves é a falta de organização das informações. Dados espalhados entre planilhas, sistemas distintos e escritórios terceirizados dificultam a consolidação e tornam o processo de análise lento e pouco confiável. Muitas vezes, o esforço para reunir as informações já consome grande parte do tempo da equipe.

A isso se soma a baixa confiabilidade dos dados. Informações desatualizadas, incompletas ou inconsistentes comprometem qualquer tentativa de análise mais estruturada. Quando não há segurança sobre a qualidade dos dados, as equipes deixam de utilizar os indicadores como base para decisão e passam a enxergá-los com desconfiança.

Outro ponto crítico é a ausência de padronização. Sem critérios claros de registro, cada área, escritório ou profissional alimenta as informações de uma forma diferente. Isso gera distorções, dificulta comparações e reduz a qualidade dos relatórios gerenciais.

Há ainda uma dificuldade mais estratégica, que é a falta de clareza sobre o que medir. Nem sempre as empresas sabem quais indicadores realmente fazem sentido para o seu contexto. Como resultado, acabam acompanhando um volume grande de métricas, mas com pouca capacidade de extrair insights que são relevantes.

Sem estruturar esses pontos, os indicadores perdem força. A gestão continua dependente de esforços manuais, com baixa previsibilidade e pouca capacidade de antecipação, mantendo o jurídico em uma posição mais reativa do que estratégica.

Como evoluir para uma gestão orientada a dados

A construção de uma gestão orientada a dados não começa pela tecnologia, mas pela estrutura. Antes de pensar em dashboards ou relatórios mais sofisticados, é essencial garantir que a base da operação esteja organizada e coerente com a realidade do jurídico.

Na prática, isso implica em estruturar uma base de dados confiável, estabelecer critérios claros de registro e promover alinhamento entre todas as áreas envolvidas, incluindo equipes internas e escritórios parceiros. Sem esses elementos, qualquer iniciativa de análise tende a ser frágil e pouco sustentável.

Quando essa base está consolidada, a evolução acontece de forma mais consistente. O primeiro passo é organizar e estruturar os dados, garantindo qualidade e padronização. Em seguida, é importante definir um conjunto de indicadores que realmente façam sentido para o negócio. Depois disso, a análise deixa de ser pontual e passa a ser contínua, permitindo acompanhar tendências, identificar desvios e gerar aprendizados.

Com esse processo amadurecido, a tomada de decisão passa a se apoiar em evidências, e não em percepções. É nesse momento que a gestão orientada a dados deixa de ser um conceito e passa a fazer parte da rotina do jurídico.

O papel da tecnologia nesse processo

À medida que o volume de informações cresce, sustentar o controle de forma manual deixa de ser ineficiente e passa a ser inviável. O esforço para consolidar dados, validar informações e gerar relatórios tende a consumir tempo excessivo da equipe, além de aumentar o risco de inconsistências.

Nesses casos, soluções como o Espaider, software jurídico da Fácil, assumem um papel fundamental na gestão jurídica. Ao centralizar informações em um único ambiente, automatizar a geração de relatórios, padronizar dados e garantir a atualização em tempo real, a tecnologia cria uma base mais confiável para análise e tomada de decisão.

O impacto vai além do ganho operacional. Ao reduzir atividades manuais e retrabalho, o jurídico passa a direcionar mais energia para análise, estratégia e tomada de decisão, fortalecendo seu papel estratégico dentro da organização.

Da consolidação manual à inteligência operacional

Um dos sinais mais claros de evolução na gestão jurídica está na forma como os relatórios gerenciais são produzidos. Em muitos contextos, esse processo ainda depende de consolidações manuais, com dados vindos de diferentes fontes, planilhas paralelas e diversas validações. É um fluxo que consome tempo, envolve várias pessoas e, inevitavelmente, aumenta o risco de inconsistências.

Com a automatização, o sistema gera os relatórios automaticamente, a partir de dados centralizados, padronizados e atualizados em tempo real. O que antes exigia esforço operacional significativo se torna um processo mais simples, confiável e escalável.

Há uma redução expressiva no tempo dedicado à consolidação de informações, liberando a equipe para outras atividades. A confiabilidade dos dados aumenta, já que diminui a dependência de intervenções manuais e, consequentemente, a ocorrência de erros.

Além disso, a rastreabilidade das informações traz mais transparência ao processo, permitindo identificar a origem dos dados e sustentar análises com mais segurança. O que antes levava horas, ou até dias, passa a ser feito em poucos minutos, com muito mais consistência e qualidade para a tomada de decisão.

O papel do sucesso do cliente nessa jornada

A tecnologia, por si só, não resolve o problema. Ela viabiliza, organiza e potencializa, mas a evolução na gestão de indicadores depende, sobretudo, de direcionamento. É nesse contexto que o sucesso do cliente assume um papel estratégico.

Mais do que apoiar o uso da ferramenta, o sucesso do cliente atua como parceiro na construção de uma gestão orientada a dados. O que envolve compreender as particularidades de cada negócio, ajudar a definir quais indicadores realmente fazem sentido, orientar a correta parametrização do sistema e acompanhar, de forma contínua, a evolução da maturidade da operação.

É uma atuação que vai além do suporte técnico. É um trabalho consultivo, que conecta o conhecimento jurídico do cliente com o uso inteligente da tecnologia. Ao longo do tempo, essa combinação permite não apenas organizar dados, mas transformá-los em informações consistentes, capazes de sustentar decisões e gerar valor para o negócio.

Indicadores jurídicos: menos complexidade, mais consistência

Para escritórios e departamentos que buscam evoluir na gestão de indicadores jurídicos, o ponto de partida não precisa ser complexo. O mais importante é construir, com consistência, uma base sólida que sustente a evolução ao longo do tempo.

O primeiro passo é organizar a base de dados. Sem informações confiáveis, qualquer indicador perde relevância e dificilmente será utilizado como apoio à decisão. Em seguida, é fundamental definir poucos indicadores, mas que sejam realmente relevantes para o negócio. Começar pelo essencial evita dispersão e facilita a leitura dos dados.

A padronização das informações também é um elemento crítico. Garantir que os dados sejam registrados de forma consistente reduz distorções e melhora significativamente a qualidade das análises. Na sequência, a automatização deve ser incorporada sempre que possível, reduzindo o esforço manual, aumentando a confiabilidade e liberando o time para atividades mais estratégicas.

Por fim, contar com apoio especializado pode acelerar esse processo. Além de evitar retrabalho, esse suporte contribui para uma estruturação mais eficiente dos indicadores e para uma evolução mais segura da gestão dos dados ao longo do tempo.

Indicadores jurídicos não são apenas instrumentos de controle, mas o alicerce de um jurídico mais estratégico, eficiente e integrado ao negócio. À medida que a gestão amadurece, os dados deixam de ser registros passivos e passam a orientar decisões, antecipar cenários e sustentar posicionamentos com maior consistência.

É essa transição, de uma atuação essencialmente operacional para uma operação orientada por análise e direcionamento, que redefine o papel do jurídico e estabelece as bases para o seu futuro dentro das organizações.

Artigo assinado por Diego Chiovitti, Gerência do Sucesso do Cliente na Fácil Espaider.

Diferenciais do Espaider

Conheça todos os diferenciais de acordo com o segmento

Departamentos Jurídicos

Contencioso, Consultivo, Contratos, Workflow, Societário, Propriedade Intelectual, GED, dentre outros.

Escritórios
Versão Completa

Contencioso, GED, Time-Sheet, Financeiro, Contabilidade, Contratos, Propriedade Intelectual, Recuperação de Crédito, dentre outros.

Escritórios
Versão Essencial

Contencioso, incluindo robôs de monitoramento processual, com alguns controles financeiros e ótimo custo/benefício.

Política de Privacidade

A Fácil Informática Ltda. respeita a privacidade de seus clientes e potenciais clientes, utilizadores ou interessados em seus produtos e serviços em conformidade com as normas e princípios legais brasileiros.

A Fácil reconhece a importância de proteger informações recolhidas que estejam em seu poder.

Esta política descreve como e quais dados pessoais são coletados e tratados, além dos direitos dos titulares nos sistemas internos e que a Fácil é controladora.

As políticas complementares adequadas à produtos, serviços e site, haja vista a necessidade diferenciada de informações a serem coletadas, podem ser aplicadas e serão apresentadas conforme o uso, se aplicável.
A política pode ser visualizada em versão PDF através deste link.

APLICAÇÃO
A política atende sistemas em que a Fácil é controladora dos dados, de acesso público ou interno, como:

• TRM
• Facilcorp
• Gestão RH
• Site facil.com.br

Sendo aplicável para clientes ativos, clientes inativos, prospectos, usuários dos sistemas e candidatos a vagas de empregos, considerando a coleta destes dados em território brasileiro.

A política não se aplica em relação aos dados coletados e armazenados por produtos comercializados pela Fácil e utilizados por seus clientes. Nestes casos, o controlador dos dados é o cliente e a Fácil caracteriza o papel de operadora dos dados nestes casos.

Os dados coletados de colaboradores e terceirizados são tratados em contratos próprios, com cláusulas de privacidade direcionados, para cumprimento das funções exercidas de acordo com o legítimo interesse.

Os dados pessoais podem ser coletados quando os clientes, prospectos, colaboradores e fornecedores:

• Firmam um contrato de prestação de serviços com a Fácil;
• Firmam um contrato de relação empregatícia com a Fácil;
• Solicitam e negociam a contratação de uma nova funcionalidade do Sistema Espaider;
• Realizam ou solicitam contato comercial;
• Enviam dados relacionados a candidatura de vagas de emprego.

DADOS COLETADOS PELA FÁCIL E PARA QUAIS FINALIDADES

A coleta de dados pessoais e qualquer tratamento a ser realizado é justificado a partir de uma ou mais finalidades legítimas. O tratamento é reduzido de modo a ser mitigado qualquer uso de pretexto injustificado ou ilegítimo.

Alguns exemplos são: nome, endereço, e-mail, telefone celular e outros assemelhados.

Finalidades para as quais os dados pessoais são utilizados:

• Contato por e-mail para esclarecimento de dúvidas, envio de avisos, informativos, detalhes de negociações, configurações feitas em sistemas dos clientes, agendamento de reuniões, etc.;
• Contato por telefone para urgências, dúvidas, atendimentos, agendamento de reuniões, etc.;
• Para retornar ao interessado e responder eventuais dúvidas, estabelecer eventual negociação de seus produtos e serviços, emitir e enviar propostas e outros documentos com conteúdos a respeito de seus produtos e serviços;
• Exercício regular de direitos da Fácil, inclusive apresentando documentos em processos judiciais e administrativos, se necessário;
• Cadastro nos sistemas internos e de gestão da Fácil;
• Pagamento de salário e contratação de benefícios aos colaboradores;
• Colaboração ou cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador;
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória;
• Envio de informativos Cutting Edge para as pessoas classificadas como clientes e elegíveis para receber o comunicativo interno uma vez ao mês;
• Marketing, prospecção, pesquisas de mercado, de opinião e promoção dos produtos e serviços da Fácil;
• De candidatos a emprego. Nesses casos as informações podem ser compartilhadas com empresas que prestam o serviço de recrutamento e seleção para a Fácil.

A Fácil oferece aos clientes, e potenciais clientes, a opção de receber e-mails promocionais da Fácil. Os usuários poderão recusar essas comunicações. As instruções para o cancelamento de recebimento de e-mails promocionais da Fácil são fornecidas nas mesmas comunicações.

As atividades descritas nesta política se aplicam ao tratamento dos seus dados pessoais no Brasil e estão sujeitas às leis locais aplicáveis, com destaque para a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, ou “LGPD”) a partir de sua entrada em vigor e em conformidade com sua versão mais recente, inclusive adequando-se a qualquer futura alteração.

DADOS DE NAVEGAÇÃO E DO DISPOSITIVO

Informações técnicas adicionais podem ser coletadas, sendo:

• Endereço IP do dispositivo utilizado para acessar os serviços ou produtos
• Dados técnicos e atributos do dispositivo, como informações de URL, navegador, modelo e sistema operacional
• Cookies

Finalidades
• Geração de estatísticas, estudos, pesquisas e levantamentos pertinentes às atividades e comportamento no uso dos produtos ou serviços.
• Exercício regular de direitos da Fácil, inclusive apresentando documentos em processos judiciais e administrativos, se necessário.
• Cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador.
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória.

DADOS DE MENORES DE IDADE

A Fácil assegura que o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes segue rigorosamente as disposições legais, conforme estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nesse sentido, todas as operações envolvendo dados desses grupos etários obedecem às mesmas diretrizes aplicadas aos demais titulares, incluindo a obtenção de autorização parental conforme exigido pela LGPD. Os procedimentos adotados pela empresa garantem a segurança e a privacidade dos dados, com constante revisão e ajustes conforme necessários para manter a conformidade legal e aprimorar as práticas de proteção de dados.

COMPARTILHAMENTO DE DADOS PESSOAIS

A Fácil poderá compartilhar os dados pessoais caso solicitado ou previamente autorizado pelos titulares dos dados pessoais.

O compartilhamento dos dados também poderá ser feito com terceiros parceiros e com autoridades e órgãos reguladores para diferentes finalidades, quando necessário. Sempre que efetuado, o compartilhamento de dados será realizado dentro dos limites e propósitos dos negócios da Fácil e de acordo com o que autoriza a legislação aplicável.

O compartilhamento de dados pode ser feito para atingir as seguintes finalidades:
• Pesquisas de mercado, de opinião e promoção dos produtos e serviços da Fácil;
• Envio de avisos por e-mail a respeito de instabilidades nos serviços da Fácil;
• Exercício regular de direitos da Fácil;
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória;
• Cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador;
• Contratação de benefícios aos colaboradores.

DIREITOS DO TITULAR DE DADOS PESSOAIS

Como titular dos dados pessoais, existem direitos que podem e devem ser aplicados em relação ao tratamento e armazenamento de dados pelo controlador, conforme determinado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Considerações:

• O titular dos dados pode solicitar à Fácil quais dados seus são armazenados por ela;
• Caso o titular de dados identifique que algum dos seus dados pessoais está incorreto, deve solicitar a correção à Fácil.
• Caso o titular de dados identifique que existem dados pessoais seus sendo tratados de forma desnecessária, em excesso ou em desconformidade com as legislações pertinentes (LGPD), deve solicitar à Fácil a regularização da situação.
• O titular de dados pode solicitar à Fácil informações para constatar se houve compartilhamento de dados pessoais com outras empresas/pessoas/aplicações e se sim, quais.
• O titular de dados pode solicitar à Fácil a eliminação dos dados, desde que constatado a não existência de risco legal e não haja legítimo interesse para tratamento.

A Fácil poderá solicitar informações adicionais que comprovar a veracidade do titular a da solicitação encaminhada. Além disso, deve ser efetivamente constatado, após verificação interna, o excesso, a falta de necessidade ou a desconformidade com a lei para atendimento das demais solicitações.

A Fácil fornece através de seus sistemas funcionalidades e meios pelos quais os controladores de dados possam cumprir com seus objetivos e obrigações relativas aos titulares de dados pessoais. Estas soluções incluem a possibilidade de configuração da indicação e identificação de dados pessoais, emissão de relatório de impacto, configuração de privacidade, configuração de controle de acesso, aplicação de criptografia em repouso, controle de aceite de política de privacidade e cookies, confirmação do tratamento de dados e aplicação de funções de alteração, anonimização ou exclusão de dados solicitados.

TRANSFERÊNCIA INTERNACIONAL DE DADOS PESSOAIS

Para proporcionar funcionalidades avançadas, tais como resumos de documentos via ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e reconhecimento de texto em imagens (OCR), é possível que dados pessoais sejam processados internacionalmente.

A Fácil observa todos os requerimentos estabelecidos pela legislação vigente, incluindo requerimentos de parceiros ou fornecedores escolhidos. São adotadas práticas em segurança e privacidade para garantir a integridade e confidencialidade dos dados pessoais de nossos usuários.

Nossas medidas técnicas e organizacionais foram implementadas para proteger as informações, proporcionando proteção e segurança contra acessos não autorizados.

REGISTRO DE ATIVIDADES

A Fácil registra as ações que usuário realizam nos sistemas armazenando enquanto viável, informações que podem conter: endereço IP, acesso e ações realizadas no sistema disponibilizado, data e hora da ação realizada e informações sobre o dispositivo utilizado, tais como a versão de sistema operacional, navegador e geolocalização.

Também podem ser utilizas tecnologias, próprias ou de terceiros, de monitoramento das atividades realizadas enquanto são acessados sites e/ou blogs, tais como cookies e ferramentas de analytics.

Estes registros possuem como finalidade a melhora da experiência do usuário e para própria proteção dos dados tratados.

Cookies
A Fácil efetua o uso de cookies essenciais para o funcionamento de suas soluções, que servem para identificação e auxiliar em configurações de preferências de uso.

O bloqueio dos cookies pode limitar ou até mesmo impedir o uso das soluções fornecidas. Caso sejam desativados os cookies, ainda será possível navegar nos sites e nos blogs, mas partes das páginas poderão deixar de funcionar.

Ferramentas de analytics
Ferramentas podem coletar informações como da forma de visita e uso de um site, incluindo quais páginas e quando são visitadas tais páginas, além de outros sites que foram visitados antes, entre outras.

PRÁTICAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
A Fácil aplica medidas razoáveis para proteger as informações que os titulares compartilham com ela, que incluem, sem limitação, a implementação de processos, de equipamentos e de software, para evitar acessos e divulgação não autorizados dessas informações.

Seguem abaixo algumas das medidas de segurança adotadas pela Fácil

• Criptografia para dados em repouso, em trânsito e em uso, para garantir a integridade das informações;
• Monitoramento contínuo do ambiente;
• Análises e testes contínuos de segurança da informação;
• Auditorias periódicas;
• Controle de acesso;
• Segregação de funções;
• Políticas de backups e contingência.

Além disso, a Fácil possui certificações internacionais que demonstram o compromisso da organização em relação à segurança da informação e privacidade:
• ISO 27001
• ISAE 3402 Tipo II

RETENÇÃO E EXCLUSÃO DOS DADOS PESSOAIS

Quando aplicável ou necessário, os dados pessoais podem ficar armazenados por um período adicional para fins de auditoria, cumprimento de obrigações legais ou regulatórias, para o exercício regular de direitos da Fácil ou também pelo prazo necessário de acordo com a base legal que justifique a retenção dos dados.

ALTERAÇÕES NA POLÍTICA DE PRIVACIDADE

As políticas de privacidade são aplicáveis a partir das suas últimas revisões.
Qualquer política poderá ser alterada, sem prévio aviso, e sua nova versão será publicada.
Recomendamos contato com a Fácil para obtenção da última versão adotada ou verificação através do link de acesso disponibilizado.

FALE CONOSCO

Após a leitura desta Política de Privacidade, caso o titular de dados tenha dúvidas ou precise contatar a Fácil sobre assuntos envolvendo os dados pessoais, o contato deve ser realizado pelos canais abaixo:

Assunto: Segurança da Informação
Endereço: Rua João Pessoa, 129 – Blumenau/SC – CEP: 89012-472 – Matriz Blumenau/SC
Central de relacionamento: +55 (47) 3328-2929
E-mail: encarregadodedados@facil.com.br
Responsável: Departamento de Segurança da Informação

• Versão 2 – 14/05/2024