A IA não falhou no seu jurídico. O problema é anterior à IA.

A adoção de inteligência artificial no jurídico exige mais do que tecnologia, demanda processos estruturados, dados confiáveis e clareza operacional. Sem diagnóstico, a automação apenas acelera ineficiências e compromete resultados e ROI. A transformação real começa na base, com entendimento, governança e decisões orientadas por dados, para então escalar com consistência e gerar valor ao negócio.

O entusiasmo chegou antes da clareza.

E isso não é crítica. É diagnóstico.

Existe uma pressão enorme sobre os departamentos jurídicos hoje. Pressão para modernizar, para mostrar eficiência, para não ficar para trás enquanto outras áreas já “usam IA”. Essa pressão é real. Legítima. O problema não é sentir ela, mas deixar que ela dite a ordem das decisões.

Porque quando a pressão lidera, o movimento que aparece é sempre o mesmo: a solução chega antes do diagnóstico.

A empresa contrata uma plataforma. Escolhe um processo para automatizar. Treina o time. Lança. Comemora, inclusive.

E aí, em algum momento, alguém faz a pergunta que deveria ter sido a primeira:

“Por que esse processo existe do jeito que existe?”

Na maioria das vezes, ninguém sabe responder direito. Porque ninguém tinha olhado para o segundo nível do problema. Tinha olhado para o sintoma (o volume, a demora, o retrabalho) e confundido isso com o problema em si.

Quando você automatiza um processo mal estruturado, você não resolve o problema. Você o executa mais rápido.

Frequento fóruns de tecnologia e jurídico há algum tempo. E saio de muitos deles com a mesma sensação incômoda: estamos criando soluções para problemas que talvez nem deveriam existir nessa forma. Quase ninguém fala sobre isso, até porque questionar o problema antes de apresentar a solução não é o movimento mais confortável. Mas é o movimento necessário.

A IA é uma alavanca. E alavanca amplifica o que já existe. Só que ela não tem opinião sobre qualidade. Se o processo é bom, ela escala. Se o processo é disfuncional, ela torna a disfunção mais eficiente, mais rápida e significativamente mais cara de corrigir depois.

O jurídico é especialmente vulnerável a esse erro, e não por acaso. O departamento jurídico opera em zonas cinzentas: entre risco e eficiência, entre regra e exceção. Os processos raramente são lineares. Raramente existe uma única pessoa que entende o fluxo completo, do início ao fim, com todas as exceções que, na prática, já viraram regra. Quando você implementa IA sobre uma operação que ninguém mapeou de verdade, você não está automatizando um processo. Está automatizando uma hipótese.

E hipóteses não sustentam ROI.

Existe um momento, em todo projeto que acompanho, onde isso fica visível. Não no go live. Não na apresentação para a diretoria. É numa conversa menor, com alguém do time, onde aparece uma exceção que ninguém tinha mapeado (e todo mundo olha um para o outro sem saber o que fazer). É aí que a fundação aparece. Ou a falta dela.

E a pergunta que deveria ter vindo antes de tudo: nós entendemos esse processo o suficiente para automatizá-lo?

Não um fluxograma bonito numa apresentação. Os dados reais da operação: o volume por tipo de demanda, o tempo gasto em cada etapa, o custo por hora de quem executa, as exceções que todo mundo conhece mas ninguém resolveu.

Na prática, antes de qualquer conversa sobre ferramenta ou fornecedor, eu volto a cinco perguntas. Simples. Mas quase sempre reveladoras:

(I) O processo está realmente estruturado? temos dados, ou só parece estruturado no fluxograma?
(II) As exceções estão mapeadas, ou vivem apenas na cabeça de quem executa?
(III) Qual é a acurácia mínima aceitável para a operação continuar funcionando?
(IV) Alguém vai enxergar o custo operacional quando a IA errar?
(V) Quem sustenta a adoção quando o entusiasmo inicial passar?

Se essas respostas não estiverem claras antes da demo, a tecnologia não vai resolver o problema. Vai só mudar onde ele aparece.

E aqui eu preciso ser honesta sobre uma coisa que aprendi na prática, não num livro.

Em um projeto que liderei, a operação começou a perder rendimento. Os indicadores óbvios e usuais estavam normais. O processo estava rodando. A IA estava ativa. E mesmo assim, algo estava errado.

Fui atrás.

O problema estava num dado que nunca tinha existido antes, e que por isso ninguém tinha pensado em medir: quanto tempo o time passava corrigindo os erros da IA. Não era pouco, era ali que faltava calibragem. E enquanto esse número vivia só na rotina de quem executava, ninguém no nível de decisão conseguia enxergar o que estava acontecendo.

A solução não foi trocar a ferramenta. Foi criar visibilidade. Construímos um painel onde eu pudesse bater o olho e entender o que estava acontecendo em tempo real: acurácia, volume de correções, custo operacional real. Com isso na mão, as decisões ficaram mais rápidas e mais certas.

Esse episódio me ensinou coisas que não aparecem em nenhum roadmap.

Às vezes você é data-driven demais nos dados errados. Os que você conhece não são todos os que existem, com destaque que em projetos de IA, os mais importantes costumam ser os que ainda não foram criados.

Mudar o mapa é parte do trabalho. O processo que funcionava antes da IA não é necessariamente o que vai funcionar com ela. Reaprender o fluxo não é retrocesso. Faz parte da fundação.

E pensar com IA antes de ser atropelado por ela muda a qualidade da pergunta antes de mudar o processo. Não como ferramenta de execução, mas como parceira de raciocínio.

ROI, nesse contexto, às vezes aparece num lugar que você não estava procurando.

Isso não é um argumento contra a IA. Longe disso.

Eu acredito no potencial da inteligência artificial para transformar a operação jurídica. Trabalho com isso. Vejo acontecer. Projetos bem-sucedidos não são silenciosos, eles mudam a forma como o jurídico é percebido dentro da empresa, não só como ele opera.

Mas exatamente porque acredito nisso, me incomoda ver projetos sendo enterrados antes do tempo. Não porque a tecnologia decepcionou. Mas porque as condições para ela funcionar nunca foram criadas.

A IA não é o começo da transformação jurídica. É a consequência dela.

Tem uma humildade que o mercado ainda resiste: estruturar antes de acelerar. Não estou falando de paralisar. Estou falando de reconhecer que entender uma operação antes de transformá-la não é perda de tempo. É o trabalho mais importante que existe, e o mais ignorado.

Projetos de IA que duram não são os que começaram mais rápido.

São os que começaram com as perguntas certas.

Simples assim. E difícil assim.

Artigo assinado por Manuella Gelli, palestrante sobre os temas Legal Ops, Legal Transformation e Inteligência Artificial.

Diferenciais do Espaider

Conheça todos os diferenciais de acordo com o segmento

Departamentos Jurídicos

Contencioso, Consultivo, Contratos, Workflow, Societário, Propriedade Intelectual, GED, dentre outros.

Escritórios
Versão Completa

Contencioso, GED, Time-Sheet, Financeiro, Contabilidade, Contratos, Propriedade Intelectual, Recuperação de Crédito, dentre outros.

Escritórios
Versão Essencial

Contencioso, incluindo robôs de monitoramento processual, com alguns controles financeiros e ótimo custo/benefício.

Política de Privacidade

A Fácil Informática Ltda. respeita a privacidade de seus clientes e potenciais clientes, utilizadores ou interessados em seus produtos e serviços em conformidade com as normas e princípios legais brasileiros.

A Fácil reconhece a importância de proteger informações recolhidas que estejam em seu poder.

Esta política descreve como e quais dados pessoais são coletados e tratados, além dos direitos dos titulares nos sistemas internos e que a Fácil é controladora.

As políticas complementares adequadas à produtos, serviços e site, haja vista a necessidade diferenciada de informações a serem coletadas, podem ser aplicadas e serão apresentadas conforme o uso, se aplicável.
A política pode ser visualizada em versão PDF através deste link.

APLICAÇÃO
A política atende sistemas em que a Fácil é controladora dos dados, de acesso público ou interno, como:

• TRM
• Facilcorp
• Gestão RH
• Site facil.com.br

Sendo aplicável para clientes ativos, clientes inativos, prospectos, usuários dos sistemas e candidatos a vagas de empregos, considerando a coleta destes dados em território brasileiro.

A política não se aplica em relação aos dados coletados e armazenados por produtos comercializados pela Fácil e utilizados por seus clientes. Nestes casos, o controlador dos dados é o cliente e a Fácil caracteriza o papel de operadora dos dados nestes casos.

Os dados coletados de colaboradores e terceirizados são tratados em contratos próprios, com cláusulas de privacidade direcionados, para cumprimento das funções exercidas de acordo com o legítimo interesse.

Os dados pessoais podem ser coletados quando os clientes, prospectos, colaboradores e fornecedores:

• Firmam um contrato de prestação de serviços com a Fácil;
• Firmam um contrato de relação empregatícia com a Fácil;
• Solicitam e negociam a contratação de uma nova funcionalidade do Sistema Espaider;
• Realizam ou solicitam contato comercial;
• Enviam dados relacionados a candidatura de vagas de emprego.

DADOS COLETADOS PELA FÁCIL E PARA QUAIS FINALIDADES

A coleta de dados pessoais e qualquer tratamento a ser realizado é justificado a partir de uma ou mais finalidades legítimas. O tratamento é reduzido de modo a ser mitigado qualquer uso de pretexto injustificado ou ilegítimo.

Alguns exemplos são: nome, endereço, e-mail, telefone celular e outros assemelhados.

Finalidades para as quais os dados pessoais são utilizados:

• Contato por e-mail para esclarecimento de dúvidas, envio de avisos, informativos, detalhes de negociações, configurações feitas em sistemas dos clientes, agendamento de reuniões, etc.;
• Contato por telefone para urgências, dúvidas, atendimentos, agendamento de reuniões, etc.;
• Para retornar ao interessado e responder eventuais dúvidas, estabelecer eventual negociação de seus produtos e serviços, emitir e enviar propostas e outros documentos com conteúdos a respeito de seus produtos e serviços;
• Exercício regular de direitos da Fácil, inclusive apresentando documentos em processos judiciais e administrativos, se necessário;
• Cadastro nos sistemas internos e de gestão da Fácil;
• Pagamento de salário e contratação de benefícios aos colaboradores;
• Colaboração ou cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador;
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória;
• Envio de informativos Cutting Edge para as pessoas classificadas como clientes e elegíveis para receber o comunicativo interno uma vez ao mês;
• Marketing, prospecção, pesquisas de mercado, de opinião e promoção dos produtos e serviços da Fácil;
• De candidatos a emprego. Nesses casos as informações podem ser compartilhadas com empresas que prestam o serviço de recrutamento e seleção para a Fácil.

A Fácil oferece aos clientes, e potenciais clientes, a opção de receber e-mails promocionais da Fácil. Os usuários poderão recusar essas comunicações. As instruções para o cancelamento de recebimento de e-mails promocionais da Fácil são fornecidas nas mesmas comunicações.

As atividades descritas nesta política se aplicam ao tratamento dos seus dados pessoais no Brasil e estão sujeitas às leis locais aplicáveis, com destaque para a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, ou “LGPD”) a partir de sua entrada em vigor e em conformidade com sua versão mais recente, inclusive adequando-se a qualquer futura alteração.

DADOS DE NAVEGAÇÃO E DO DISPOSITIVO

Informações técnicas adicionais podem ser coletadas, sendo:

• Endereço IP do dispositivo utilizado para acessar os serviços ou produtos
• Dados técnicos e atributos do dispositivo, como informações de URL, navegador, modelo e sistema operacional
• Cookies

Finalidades
• Geração de estatísticas, estudos, pesquisas e levantamentos pertinentes às atividades e comportamento no uso dos produtos ou serviços.
• Exercício regular de direitos da Fácil, inclusive apresentando documentos em processos judiciais e administrativos, se necessário.
• Cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador.
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória.

DADOS DE MENORES DE IDADE

A Fácil assegura que o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes segue rigorosamente as disposições legais, conforme estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nesse sentido, todas as operações envolvendo dados desses grupos etários obedecem às mesmas diretrizes aplicadas aos demais titulares, incluindo a obtenção de autorização parental conforme exigido pela LGPD. Os procedimentos adotados pela empresa garantem a segurança e a privacidade dos dados, com constante revisão e ajustes conforme necessários para manter a conformidade legal e aprimorar as práticas de proteção de dados.

COMPARTILHAMENTO DE DADOS PESSOAIS

A Fácil poderá compartilhar os dados pessoais caso solicitado ou previamente autorizado pelos titulares dos dados pessoais.

O compartilhamento dos dados também poderá ser feito com terceiros parceiros e com autoridades e órgãos reguladores para diferentes finalidades, quando necessário. Sempre que efetuado, o compartilhamento de dados será realizado dentro dos limites e propósitos dos negócios da Fácil e de acordo com o que autoriza a legislação aplicável.

O compartilhamento de dados pode ser feito para atingir as seguintes finalidades:
• Pesquisas de mercado, de opinião e promoção dos produtos e serviços da Fácil;
• Envio de avisos por e-mail a respeito de instabilidades nos serviços da Fácil;
• Exercício regular de direitos da Fácil;
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória;
• Cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador;
• Contratação de benefícios aos colaboradores.

DIREITOS DO TITULAR DE DADOS PESSOAIS

Como titular dos dados pessoais, existem direitos que podem e devem ser aplicados em relação ao tratamento e armazenamento de dados pelo controlador, conforme determinado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Considerações:

• O titular dos dados pode solicitar à Fácil quais dados seus são armazenados por ela;
• Caso o titular de dados identifique que algum dos seus dados pessoais está incorreto, deve solicitar a correção à Fácil.
• Caso o titular de dados identifique que existem dados pessoais seus sendo tratados de forma desnecessária, em excesso ou em desconformidade com as legislações pertinentes (LGPD), deve solicitar à Fácil a regularização da situação.
• O titular de dados pode solicitar à Fácil informações para constatar se houve compartilhamento de dados pessoais com outras empresas/pessoas/aplicações e se sim, quais.
• O titular de dados pode solicitar à Fácil a eliminação dos dados, desde que constatado a não existência de risco legal e não haja legítimo interesse para tratamento.

A Fácil poderá solicitar informações adicionais que comprovar a veracidade do titular a da solicitação encaminhada. Além disso, deve ser efetivamente constatado, após verificação interna, o excesso, a falta de necessidade ou a desconformidade com a lei para atendimento das demais solicitações.

A Fácil fornece através de seus sistemas funcionalidades e meios pelos quais os controladores de dados possam cumprir com seus objetivos e obrigações relativas aos titulares de dados pessoais. Estas soluções incluem a possibilidade de configuração da indicação e identificação de dados pessoais, emissão de relatório de impacto, configuração de privacidade, configuração de controle de acesso, aplicação de criptografia em repouso, controle de aceite de política de privacidade e cookies, confirmação do tratamento de dados e aplicação de funções de alteração, anonimização ou exclusão de dados solicitados.

TRANSFERÊNCIA INTERNACIONAL DE DADOS PESSOAIS

Para proporcionar funcionalidades avançadas, tais como resumos de documentos via ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e reconhecimento de texto em imagens (OCR), é possível que dados pessoais sejam processados internacionalmente.

A Fácil observa todos os requerimentos estabelecidos pela legislação vigente, incluindo requerimentos de parceiros ou fornecedores escolhidos. São adotadas práticas em segurança e privacidade para garantir a integridade e confidencialidade dos dados pessoais de nossos usuários.

Nossas medidas técnicas e organizacionais foram implementadas para proteger as informações, proporcionando proteção e segurança contra acessos não autorizados.

REGISTRO DE ATIVIDADES

A Fácil registra as ações que usuário realizam nos sistemas armazenando enquanto viável, informações que podem conter: endereço IP, acesso e ações realizadas no sistema disponibilizado, data e hora da ação realizada e informações sobre o dispositivo utilizado, tais como a versão de sistema operacional, navegador e geolocalização.

Também podem ser utilizas tecnologias, próprias ou de terceiros, de monitoramento das atividades realizadas enquanto são acessados sites e/ou blogs, tais como cookies e ferramentas de analytics.

Estes registros possuem como finalidade a melhora da experiência do usuário e para própria proteção dos dados tratados.

Cookies
A Fácil efetua o uso de cookies essenciais para o funcionamento de suas soluções, que servem para identificação e auxiliar em configurações de preferências de uso.

O bloqueio dos cookies pode limitar ou até mesmo impedir o uso das soluções fornecidas. Caso sejam desativados os cookies, ainda será possível navegar nos sites e nos blogs, mas partes das páginas poderão deixar de funcionar.

Ferramentas de analytics
Ferramentas podem coletar informações como da forma de visita e uso de um site, incluindo quais páginas e quando são visitadas tais páginas, além de outros sites que foram visitados antes, entre outras.

PRÁTICAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
A Fácil aplica medidas razoáveis para proteger as informações que os titulares compartilham com ela, que incluem, sem limitação, a implementação de processos, de equipamentos e de software, para evitar acessos e divulgação não autorizados dessas informações.

Seguem abaixo algumas das medidas de segurança adotadas pela Fácil

• Criptografia para dados em repouso, em trânsito e em uso, para garantir a integridade das informações;
• Monitoramento contínuo do ambiente;
• Análises e testes contínuos de segurança da informação;
• Auditorias periódicas;
• Controle de acesso;
• Segregação de funções;
• Políticas de backups e contingência.

Além disso, a Fácil possui certificações internacionais que demonstram o compromisso da organização em relação à segurança da informação e privacidade:
• ISO 27001
• ISAE 3402 Tipo II

RETENÇÃO E EXCLUSÃO DOS DADOS PESSOAIS

Quando aplicável ou necessário, os dados pessoais podem ficar armazenados por um período adicional para fins de auditoria, cumprimento de obrigações legais ou regulatórias, para o exercício regular de direitos da Fácil ou também pelo prazo necessário de acordo com a base legal que justifique a retenção dos dados.

ALTERAÇÕES NA POLÍTICA DE PRIVACIDADE

As políticas de privacidade são aplicáveis a partir das suas últimas revisões.
Qualquer política poderá ser alterada, sem prévio aviso, e sua nova versão será publicada.
Recomendamos contato com a Fácil para obtenção da última versão adotada ou verificação através do link de acesso disponibilizado.

FALE CONOSCO

Após a leitura desta Política de Privacidade, caso o titular de dados tenha dúvidas ou precise contatar a Fácil sobre assuntos envolvendo os dados pessoais, o contato deve ser realizado pelos canais abaixo:

Assunto: Segurança da Informação
Endereço: Rua João Pessoa, 129 – Blumenau/SC – CEP: 89012-472 – Matriz Blumenau/SC
Central de relacionamento: +55 (47) 3328-2929
E-mail: encarregadodedados@facil.com.br
Responsável: Departamento de Segurança da Informação

• Versão 2 – 14/05/2024