Da adoção ao design: estruturação de operações jurídicas orientadas por IA

A estruturação de operações jurídicas orientadas por IA exige mais do que a adoção de ferramentas: é preciso repensar processos, conhecimento, governança e capacidades. Com uma operação bem desenhada, é possível ampliar a qualidade dos resultados, reduzir retrabalho e riscos e aproveitar a IA de forma mais estratégica para gerar valor ao negócio.

A adoção de IA em fluxos repetitivos já é comum, quase um item de checklist na rotina de trabalho de todo advogado. E, ainda assim, parte dessas operações, mesmo mais rápidas e práticas por conta das aplicações de IA, ainda travam, geram retrabalho, gargalos e dados estranhos. 

Ou então, tenho certeza que você já ouviu alguém falar, ou você mesmo já disse algo parecido com: “Ficou bom esse e-mail que a IA montou, mas foi e voltou tantas vezes que eu teria feito mais rápido se não tivesse utilizado”.

Isso me faz acreditar que muita gente pode estar na etapa de adotar IA no dia a dia, mas ainda não parou para refletir sobre como realmente deveria ser um fluxo estruturado por IA.

Foi esse o ponto de partida que levei para a 4ª edição do Legal Meetup, promovido pela Fácil Espaider, em uma discussão sobre como repensar os fluxos jurídicos a partir da adoção e do uso estratégico da IA. 

Conexões, experiências e novas perspectivas para o jurídico.
Participe do Legal Meetup! Inscreva-se aqui

Pilar zero

Existe uma diferença enorme entre perguntar onde encaixar a IA e perguntar como redesenhar os fluxos para que aplicá-la faça sentido na sua realidade. A primeira pergunta parte do princípio de que não existirão grandes alterações na forma como as pessoas estão trabalhando. A segunda propõe um redesenho para adaptar e extrair da IA o máximo de qualidade em pontos repensados.

Uma pesquisa do MIT Management Sloan School, publicada em 2026, ajuda a explicar por que isso trava tanto. O estudo chegou a duas conclusões que sustentam bem esse ponto. (I) o valor não vem da tarefa isolada, mas da cadeia inteira de tarefas conectadas. (II) às vezes vale mais deixar a IA conduzir um fluxo inteiro de ponta a ponta. Isso pode acontecer mesmo sabendo que, em algum trecho específico, ela pode performar pior do que um humano. Interromper esse fluxo com idas e vindas de validação pode gerar um custo maior.

É exatamente aí que a maioria das operações jurídicas para: adota a ferramenta, mas não repensa o desenho.

Chamei isso de Pilar Zero, a decisão que precisa acontecer antes de qualquer outra, porque toda a estruturação que vem depois, escolha de ferramenta, redesenho de processo, política de uso, parte dessa escolha inicial.

Maturidade não é uma ferramenta

Um framework discutido em um webinar recente do LegalTechTalk organiza a maturidade de uma operação orientada por IA em três camadas: fundação, controle e capacidade.

Utilizo essa estrutura de ponta a ponta. A pesquisa nomeia as camadas, mas a prática diária mostra o que mais existe dentro de cada uma delas:

  1. O primeiro ponto, de acordo com o framework, é a fundação: ferramentas, processos e dados. 

Só que ainda existem dois movimentos que sustentam qualquer operação antes de qualquer ferramenta nova entrar em cena: mapear o processo real, não o organograma oficial, e estruturar o conhecimento que existe dentro dele.

  1. O segundo é o que o framework chama de controle: governança e alinhamento com o negócio. 

Porém, existe uma virada de autoridade que toda operação orientada por IA precisa fazer: sair do humano que entra depois, revisando o que já saiu, para o humano que entra antes, autor da lógica. E, ainda, medir só o tempo economizado em uma tarefa é medir uma fração pequena do que a IA, de fato, pode entregar para o negócio. É preciso também medir qualidade, risco evitado e alinhamento com o negócio.

  1. Por fim, a estrutura traz a capacidade: pessoas, habilidades e mentalidade. 

É o assunto que sustenta tudo o resto: fluência de verdade, que inclui saber quando não usar a IA, e um time preparado para dar continuidade ao que foi criado.

O que fica depois da adoção

Uma das provocações que deixei ao final da palestra foi justamente essa: por muito tempo, discutimos “como usar IA no jurídico?”. Porém, essa pergunta deve ser reformulada para “como desenhar um jurídico que funcione assumindo que a IA já existe?”.

São perguntas parecidas na superfície e completamente diferentes na prática. A primeira aceita a estrutura como está e tenta encaixar tecnologia nela; a segunda assume que a própria estrutura precisa ser repensada. E isso muda tudo: o que você mapeia primeiro, quem você chama para a mesa, o que você mede e como você documenta.

Cinco perguntas para avaliar a operação

Para transformar essa provocação em algo prático, trouxe um mapa rápido que qualquer pessoa pode levar consigo e aplicar na própria operação logo na manhã seguinte, sem depender de nenhuma ferramenta nova. São cinco perguntas, nenhuma delas com resposta óbvia, e nenhuma exige mais do que honestidade com o que já existe hoje na sua operação:

  1. Mapeamos a operação real, não apenas o fluxo oficial?
  2. Temos conhecimento estruturado, não apenas dados soltos?
  3. Existe alguém desenhando a lógica antes da IA agir, e não apenas revisando depois?
  4. Medimos além do tempo economizado?
  5. Se quem criou sair, o time consegue sustentar o que foi feito?

Se a resposta for não para a maioria delas, é exatamente o ponto de partida. O objetivo não é chegar a uma operação perfeita, mas sair dessa reflexão sabendo, com clareza, em qual dessas cinco frentes vale a pena investir primeiro. 

Repare que as perguntas seguem a mesma lógica das três camadas que trouxe ao longo da palestra: as duas primeiras pertencem à fundação, as duas seguintes ao controle, e a última, sozinha, carrega o peso da capacidade.

Não existe fórmula pronta para esse redesenho. Cada operação vai encontrar a sua. Mas existe uma escolha que precisa acontecer antes de qualquer ferramenta nova: parar de perguntar onde a IA se encaixa e começar a perguntar como a operação deveria ser desenhada agora. É essa mudança de pergunta, mais do que qualquer ferramenta específica, que separa quem está apenas adotando IA de quem está, de fato, desenhando o jurídico que vem a seguir.

Artigo assinado por Manuella Gelli, Legal Operations & IA

Diferenciais do Espaider

Conheça todos os diferenciais de acordo com o segmento

Departamentos Jurídicos

Contencioso, Consultivo, Contratos, Workflow, Societário, Propriedade Intelectual, GED, dentre outros.

Escritórios
Versão Completa

Contencioso, GED, Time-Sheet, Financeiro, Contabilidade, Contratos, Propriedade Intelectual, Recuperação de Crédito, dentre outros.

Escritórios
Versão Essencial

Contencioso, incluindo robôs de monitoramento processual, com alguns controles financeiros e ótimo custo/benefício.

Política de Privacidade

A Fácil Informática Ltda. respeita a privacidade de seus clientes e potenciais clientes, utilizadores ou interessados em seus produtos e serviços em conformidade com as normas e princípios legais brasileiros.

A Fácil reconhece a importância de proteger informações recolhidas que estejam em seu poder.

Esta política descreve como e quais dados pessoais são coletados e tratados, além dos direitos dos titulares nos sistemas internos e que a Fácil é controladora.

As políticas complementares adequadas à produtos, serviços e site, haja vista a necessidade diferenciada de informações a serem coletadas, podem ser aplicadas e serão apresentadas conforme o uso, se aplicável.
A política pode ser visualizada em versão PDF através deste link.

APLICAÇÃO
A política atende sistemas em que a Fácil é controladora dos dados, de acesso público ou interno, como:

• TRM
• Facilcorp
• Gestão RH
• Site facil.com.br

Sendo aplicável para clientes ativos, clientes inativos, prospectos, usuários dos sistemas e candidatos a vagas de empregos, considerando a coleta destes dados em território brasileiro.

A política não se aplica em relação aos dados coletados e armazenados por produtos comercializados pela Fácil e utilizados por seus clientes. Nestes casos, o controlador dos dados é o cliente e a Fácil caracteriza o papel de operadora dos dados nestes casos.

Os dados coletados de colaboradores e terceirizados são tratados em contratos próprios, com cláusulas de privacidade direcionados, para cumprimento das funções exercidas de acordo com o legítimo interesse.

Os dados pessoais podem ser coletados quando os clientes, prospectos, colaboradores e fornecedores:

• Firmam um contrato de prestação de serviços com a Fácil;
• Firmam um contrato de relação empregatícia com a Fácil;
• Solicitam e negociam a contratação de uma nova funcionalidade do Sistema Espaider;
• Realizam ou solicitam contato comercial;
• Enviam dados relacionados a candidatura de vagas de emprego.

DADOS COLETADOS PELA FÁCIL E PARA QUAIS FINALIDADES

A coleta de dados pessoais e qualquer tratamento a ser realizado é justificado a partir de uma ou mais finalidades legítimas. O tratamento é reduzido de modo a ser mitigado qualquer uso de pretexto injustificado ou ilegítimo.

Alguns exemplos são: nome, endereço, e-mail, telefone celular e outros assemelhados.

Finalidades para as quais os dados pessoais são utilizados:

• Contato por e-mail para esclarecimento de dúvidas, envio de avisos, informativos, detalhes de negociações, configurações feitas em sistemas dos clientes, agendamento de reuniões, etc.;
• Contato por telefone para urgências, dúvidas, atendimentos, agendamento de reuniões, etc.;
• Para retornar ao interessado e responder eventuais dúvidas, estabelecer eventual negociação de seus produtos e serviços, emitir e enviar propostas e outros documentos com conteúdos a respeito de seus produtos e serviços;
• Exercício regular de direitos da Fácil, inclusive apresentando documentos em processos judiciais e administrativos, se necessário;
• Cadastro nos sistemas internos e de gestão da Fácil;
• Pagamento de salário e contratação de benefícios aos colaboradores;
• Colaboração ou cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador;
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória;
• Envio de informativos Cutting Edge para as pessoas classificadas como clientes e elegíveis para receber o comunicativo interno uma vez ao mês;
• Marketing, prospecção, pesquisas de mercado, de opinião e promoção dos produtos e serviços da Fácil;
• De candidatos a emprego. Nesses casos as informações podem ser compartilhadas com empresas que prestam o serviço de recrutamento e seleção para a Fácil.

A Fácil oferece aos clientes, e potenciais clientes, a opção de receber e-mails promocionais da Fácil. Os usuários poderão recusar essas comunicações. As instruções para o cancelamento de recebimento de e-mails promocionais da Fácil são fornecidas nas mesmas comunicações.

As atividades descritas nesta política se aplicam ao tratamento dos seus dados pessoais no Brasil e estão sujeitas às leis locais aplicáveis, com destaque para a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, ou “LGPD”) a partir de sua entrada em vigor e em conformidade com sua versão mais recente, inclusive adequando-se a qualquer futura alteração.

DADOS DE NAVEGAÇÃO E DO DISPOSITIVO

Informações técnicas adicionais podem ser coletadas, sendo:

• Endereço IP do dispositivo utilizado para acessar os serviços ou produtos
• Dados técnicos e atributos do dispositivo, como informações de URL, navegador, modelo e sistema operacional
• Cookies

Finalidades
• Geração de estatísticas, estudos, pesquisas e levantamentos pertinentes às atividades e comportamento no uso dos produtos ou serviços.
• Exercício regular de direitos da Fácil, inclusive apresentando documentos em processos judiciais e administrativos, se necessário.
• Cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador.
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória.

DADOS DE MENORES DE IDADE

A Fácil assegura que o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes segue rigorosamente as disposições legais, conforme estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nesse sentido, todas as operações envolvendo dados desses grupos etários obedecem às mesmas diretrizes aplicadas aos demais titulares, incluindo a obtenção de autorização parental conforme exigido pela LGPD. Os procedimentos adotados pela empresa garantem a segurança e a privacidade dos dados, com constante revisão e ajustes conforme necessários para manter a conformidade legal e aprimorar as práticas de proteção de dados.

COMPARTILHAMENTO DE DADOS PESSOAIS

A Fácil poderá compartilhar os dados pessoais caso solicitado ou previamente autorizado pelos titulares dos dados pessoais.

O compartilhamento dos dados também poderá ser feito com terceiros parceiros e com autoridades e órgãos reguladores para diferentes finalidades, quando necessário. Sempre que efetuado, o compartilhamento de dados será realizado dentro dos limites e propósitos dos negócios da Fácil e de acordo com o que autoriza a legislação aplicável.

O compartilhamento de dados pode ser feito para atingir as seguintes finalidades:
• Pesquisas de mercado, de opinião e promoção dos produtos e serviços da Fácil;
• Envio de avisos por e-mail a respeito de instabilidades nos serviços da Fácil;
• Exercício regular de direitos da Fácil;
• Cumprimento de obrigação legal ou regulatória;
• Cumprimento de ordem judicial, de autoridade competente ou de órgão fiscalizador;
• Contratação de benefícios aos colaboradores.

DIREITOS DO TITULAR DE DADOS PESSOAIS

Como titular dos dados pessoais, existem direitos que podem e devem ser aplicados em relação ao tratamento e armazenamento de dados pelo controlador, conforme determinado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Considerações:

• O titular dos dados pode solicitar à Fácil quais dados seus são armazenados por ela;
• Caso o titular de dados identifique que algum dos seus dados pessoais está incorreto, deve solicitar a correção à Fácil.
• Caso o titular de dados identifique que existem dados pessoais seus sendo tratados de forma desnecessária, em excesso ou em desconformidade com as legislações pertinentes (LGPD), deve solicitar à Fácil a regularização da situação.
• O titular de dados pode solicitar à Fácil informações para constatar se houve compartilhamento de dados pessoais com outras empresas/pessoas/aplicações e se sim, quais.
• O titular de dados pode solicitar à Fácil a eliminação dos dados, desde que constatado a não existência de risco legal e não haja legítimo interesse para tratamento.

A Fácil poderá solicitar informações adicionais que comprovar a veracidade do titular a da solicitação encaminhada. Além disso, deve ser efetivamente constatado, após verificação interna, o excesso, a falta de necessidade ou a desconformidade com a lei para atendimento das demais solicitações.

A Fácil fornece através de seus sistemas funcionalidades e meios pelos quais os controladores de dados possam cumprir com seus objetivos e obrigações relativas aos titulares de dados pessoais. Estas soluções incluem a possibilidade de configuração da indicação e identificação de dados pessoais, emissão de relatório de impacto, configuração de privacidade, configuração de controle de acesso, aplicação de criptografia em repouso, controle de aceite de política de privacidade e cookies, confirmação do tratamento de dados e aplicação de funções de alteração, anonimização ou exclusão de dados solicitados.

TRANSFERÊNCIA INTERNACIONAL DE DADOS PESSOAIS

Para proporcionar funcionalidades avançadas, tais como resumos de documentos via ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e reconhecimento de texto em imagens (OCR), é possível que dados pessoais sejam processados internacionalmente.

A Fácil observa todos os requerimentos estabelecidos pela legislação vigente, incluindo requerimentos de parceiros ou fornecedores escolhidos. São adotadas práticas em segurança e privacidade para garantir a integridade e confidencialidade dos dados pessoais de nossos usuários.

Nossas medidas técnicas e organizacionais foram implementadas para proteger as informações, proporcionando proteção e segurança contra acessos não autorizados.

REGISTRO DE ATIVIDADES

A Fácil registra as ações que usuário realizam nos sistemas armazenando enquanto viável, informações que podem conter: endereço IP, acesso e ações realizadas no sistema disponibilizado, data e hora da ação realizada e informações sobre o dispositivo utilizado, tais como a versão de sistema operacional, navegador e geolocalização.

Também podem ser utilizas tecnologias, próprias ou de terceiros, de monitoramento das atividades realizadas enquanto são acessados sites e/ou blogs, tais como cookies e ferramentas de analytics.

Estes registros possuem como finalidade a melhora da experiência do usuário e para própria proteção dos dados tratados.

Cookies
A Fácil efetua o uso de cookies essenciais para o funcionamento de suas soluções, que servem para identificação e auxiliar em configurações de preferências de uso.

O bloqueio dos cookies pode limitar ou até mesmo impedir o uso das soluções fornecidas. Caso sejam desativados os cookies, ainda será possível navegar nos sites e nos blogs, mas partes das páginas poderão deixar de funcionar.

Ferramentas de analytics
Ferramentas podem coletar informações como da forma de visita e uso de um site, incluindo quais páginas e quando são visitadas tais páginas, além de outros sites que foram visitados antes, entre outras.

PRÁTICAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
A Fácil aplica medidas razoáveis para proteger as informações que os titulares compartilham com ela, que incluem, sem limitação, a implementação de processos, de equipamentos e de software, para evitar acessos e divulgação não autorizados dessas informações.

Seguem abaixo algumas das medidas de segurança adotadas pela Fácil

• Criptografia para dados em repouso, em trânsito e em uso, para garantir a integridade das informações;
• Monitoramento contínuo do ambiente;
• Análises e testes contínuos de segurança da informação;
• Auditorias periódicas;
• Controle de acesso;
• Segregação de funções;
• Políticas de backups e contingência.

Além disso, a Fácil possui certificações internacionais que demonstram o compromisso da organização em relação à segurança da informação e privacidade:
• ISO 27001
• ISAE 3402 Tipo II

RETENÇÃO E EXCLUSÃO DOS DADOS PESSOAIS

Quando aplicável ou necessário, os dados pessoais podem ficar armazenados por um período adicional para fins de auditoria, cumprimento de obrigações legais ou regulatórias, para o exercício regular de direitos da Fácil ou também pelo prazo necessário de acordo com a base legal que justifique a retenção dos dados.

ALTERAÇÕES NA POLÍTICA DE PRIVACIDADE

As políticas de privacidade são aplicáveis a partir das suas últimas revisões.
Qualquer política poderá ser alterada, sem prévio aviso, e sua nova versão será publicada.
Recomendamos contato com a Fácil para obtenção da última versão adotada ou verificação através do link de acesso disponibilizado.

FALE CONOSCO

Após a leitura desta Política de Privacidade, caso o titular de dados tenha dúvidas ou precise contatar a Fácil sobre assuntos envolvendo os dados pessoais, o contato deve ser realizado pelos canais abaixo:

Assunto: Segurança da Informação
Endereço: Rua João Pessoa, 129 – Blumenau/SC – CEP: 89012-472 – Matriz Blumenau/SC
Central de relacionamento: +55 (47) 3328-2929
E-mail: encarregadodedados@facil.com.br
Responsável: Departamento de Segurança da Informação

• Versão 2 – 14/05/2024