Resumo: A segurança jurídica digital é prioridade para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos diante do aumento de ataques cibernéticos e das exigências da LGPD. A autenticação multifator (MFA) é uma das principais medidas para proteger dados sensíveis, evitar acessos indevidos e reduzir riscos como phishing e ransomware.
No setor jurídico, o uso de ferramentas digitais é cada vez mais frequente, afinal, a tecnologia proporciona mais agilidade, mobilidade, eficiência e melhor gestão da informação. No entanto, esse avanço também amplia a exposição a riscos cibernéticos, tornando a segurança jurídica digital essencial para a proteção de dados e a continuidade das operações.
Segundo dados recentes da Intel 471, os ataques cibernéticos na América Latina registraram forte crescimento em 2025, com o Brasil entre os países mais afetados. A empresa contabilizou mais de 450 eventos de violação relacionados a ransomware na região entre janeiro e dezembro de 2025, um aumento superior a 78% em relação a 2024. Diante desse cenário, a proteção de dados passa a ser uma responsabilidade estratégica, sobretudo para profissionais do setor jurídico, que lidam diariamente com informações sigilosas.
Incidentes de segurança podem gerar impactos diretos e significativos, como paralisação de operações essenciais, vazamento de dados e informações, responsabilização legal e aplicação de sanções administrativas. Como resultado, a relação com os clientes e a credibilidade do escritório ou departamento jurídico pode ficar abalada.
Por que o setor jurídico é alvo de ataques cibernéticos?
Escritórios de advocacia e departamentos jurídicos operam com dados sensíveis, como contratos, informações pessoais e processos, que possuem alto valor estratégico e financeiro. Isso faz com que o setor seja um alvo atrativo para criminosos interessados na prática de fraudes, extorsões ou venda de informações.
Além disso, o uso de plataformas digitais com múltiplos usuários aumenta os riscos de falhas de segurança. Nesse cenário, adotar controles adequados de acesso, como a autenticação multifator (MFA), é fundamental para proteger dados e informações e garantir segurança jurídica digital.
O que é autenticação multifator (MFA) e por que ela se tornou indispensável
Basicamente, a autenticação multifator (MFA) é um mecanismo de segurança que exige mais de uma forma de verificação para liberar o acesso a um sistema. A MFA combina dois ou mais fatores, como:
- Senha
- Token, aplicativo autenticador, SMS
- Biometria
Dessa forma, reduz a probabilidade de ocorrerem invasões, mesmo se houver comprometimento da credencial, o que garante mais segurança jurídica digital a escritórios de advocacia e departamentos jurídicos.
Benefícios da segurança jurídica digital
Com o aumento dos ataques cibernéticos, como phishing e ransomware, confiar apenas em senhas não é mais suficiente – especialmente em ambientes onde a confidencialidade é essencial. Nesse sentido, a autenticação multifator:
1. Protege contra acessos indevidos
Cada vez mais, profissionais precisam acessar sistemas a partir de diferentes lugares, o que aumenta os riscos. A autenticação multifator (MFA) adiciona uma camada extra de segurança para impedir que terceiros utilizem credenciais roubadas para acessar informações e documentos sensíveis.
2. Reduz riscos de sequestro de dados
Ataques de ransomware têm como porta de entrada contas comprometidas. Mesmo que uma senha seja vazada, o acesso indevido é bloqueado por uma etapa adicional de verificação.
3. Garante conformidade com normas e boas práticas
A legislação de proteção de dados, como a LGPD, exige a adoção de medidas adequadas para garantir a segurança das informações. Nesse contexto, a MFA se destaca como uma prática recomendada para mitigar riscos, fortalecer a governança de dados e a conformidade com exigências regulatórias.
Para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos, isso significa:
- Aumento da segurança: com camadas extras de proteção, a MFA dificulta o acesso indevido, mesmo que o colaborador caia em um golpe de phishing.
- Controle de acessos: níveis de segurança diferentes para perfis distintos, assim, cada usuário acessa apenas o que realmente precisa.
- Adequação à LGPD: a lei recomenda medidas robustas de segurança – e a MFA é uma das mais eficazes.
- Mais confiança: demonstrar maturidade em segurança jurídica digital fortalece a reputação e transmite credibilidade.
Melhores práticas para fortalecer a segurança no setor jurídico
Mais do que adotar tecnologias de segurança para proteger dados e informações, é preciso adotar boas práticas em processos, pessoas e tecnológica. A gestão adequada de acessos, baseada no princípio do menor privilégio, é uma delas. Soluções como o Espaider já incorporam esse controle por meio da definição de perfis de acesso, garantindo que cada profissional visualize apenas as informações necessárias para a execução de suas atividades.
Outra prática essencial é o monitoramento contínuo das atividades realizadas nos sistemas, com registro rastreável de ações e eventos para auditorias e fácil identificação de comportamentos suspeitos. Registros detalhados de atividades (logs) contribuem para a transparência, a governança de dados e o atendimento a exigências regulatórias.
Ambientes seguros e criptografados, especialmente em contextos de acessos remotos e uso de múltiplos dispositivos, também são essenciais. Com mecanismos de proteção avançados, criptografia de dados e autenticação multifator, o Espaider reduz significativamente o risco de acessos indevidos, mesmo em caso de comprometimento de credenciais.
Além disso, a conformidade com a legislação de proteção de dados deve ser considerada desde a escolha das ferramentas tecnológicas. Sistemas desenvolvidos com estrutura alinhada à LGPD apoiam a implementação de medidas adequadas, reforçando a segurança jurídica digital e a responsabilidade no tratamento de dados.
Principais camadas de proteção que o Espaider oferece
O Espaider, software jurídico da Fácil, foi desenvolvido com múltiplas camadas de proteção integradas, que atuam de forma complementar para reduzir riscos e fortalecer a segurança jurídica digital no setor jurídico.
- Autenticação multifator (MFA) para todos os usuários, adicionando uma etapa extra de verificação no processo de acesso;
- Controle de permissões por perfil, assim, cada usuário acessa somente as funcionalidades e informações compatíveis com sua função.
- Padrões modernos de criptografia para proteger documentos, processos e informações armazenadas no sistema;
- Monitoramento contínuo, com registro detalhado de acessos e atividades, fortalecendo a governança das informações;
- Infraestrutura segura com armazenamento em nuvem, essencial para equipes jurídicas que trabalham em sistema híbrido.
Segurança jurídica digital como diferencial estratégico
Boas práticas, aliadas ao uso de sistemas com múltiplas camadas de proteção, reduzem riscos, protegem dados sensíveis e garantem a continuidade das operações no setor. Por isso, investir em segurança jurídica digital é uma decisão estratégica.
O Espaider apoia escritórios de advocacia e departamentos jurídicos com uma estrutura robusta e segura desenvolvida para proteger dados sensíveis, fortalecer a governança da informação e garantir a continuidade das operações. Fale com um especialista e saiba mais!